Pesquisa aponta que frutas como Maçã e Pera Diminuem Risco de AVC

18 de setembro de 2011

frutas

O consumo de maçã e pera pode diminuir o risco de derrames cerebrais. Segundo um estudo holandês publicado no Stroke, periódico da American Heart Association, pessoas que comem mais frutas e legumes com polpa branca correm menos riscos de terem um acidente vascular cerebral (AVC).

Diferentemente de estudos anteriores, essa pesquisa dividiu frutas e legumes em grupos de acordo com as cores de suas partes comestíveis para relacionar o consumo desses alimentos com o baixo risco de derrame.

A classificação foi feita da seguinte maneira: frutas e legumes verdes, como alface, repolho e verduras escuras; laranjas e amarelos, que, na maioria, eram frutas cítricas; vermelhos e roxos, que eram principalmente vegetais vermelhos; e brancos, das quais 55% eram maçã e pera, mas também incluíam banana, couve-flor, chicória e pepino.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Colors of Fruit and Vegetables and 10-Year Incidence of Stroke

Onde foi divulgada: Stroke: Journal of the American Heart Association

Quem fez: Linda Oude Griep, Monique Verschuren, Daan Kromhout, Marga Ocké, Johanna Geleijnse

Instituição: Divisão de Nutrição Humana da Universidade Wageningen, Holanda

Dados de amostragem: 20.069 adultos, com uma idade média de 41 anos

Resultado: Consumo de frutas e legumes com polpa branca reduzem as chances de derrame.

A pesquisa reuniu um grupo de 20.069 adultos com idade média de 41 anos – nenhum deles apresentava problemas cardiovasculares. Foi aplicado um questionário sobre a frequência de consumo de 178 alimentos no ano anterior. Num período de dez anos, houve 233 casos de derrame cerebral no grupo.

Legumes e frutas verdes, laranjas e amarelos e vermelhos e roxos não foram relacionados com o risco de AVC. Por outro lado, os pesquisadores constataram que a chance de derrame foi 52% menor em pessoas que consumiam mais alimentos “brancos” do que naquelas que apresentavam baixo consumo.

O estudo associou que cada 25 gramas a mais no consumo diário de frutas e vegetais brancos correspondem a 9% a menos de risco de derrame cerebral. Apenas uma maçã de tamanho médio, por exemplo, tem 120 gramas. “Porém, outros grupos de cores de frutas e legumes podem proteger contra outras doenças crônicas. Portanto, ainda é importante consumir muito todos esses alimentos”, explica Linda M. Oude Griep, coordenadora do estudo e pós-doutoranda em nutrição humana pela Wageningen Uninversity, na Holanda.

De acordo com Griep, antes que os resultados sejam adotados no dia a dia, as descobertas têm de ser confirmadas em outros estudos adicionais, já que um questionário baseado em frequência alimentar pode não ser muito confiável.

“Além disso, a redução de risco de AVC observada também pode ser atribuída a um estilo de vida mais saudável de pessoas que têm uma dieta rica em frutas e legumes”, explica Heike Wersching, do Instituto de Epidemiologia e Medicina Social da Universidade de Münster, na Alemanha

Veja.com

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Pesquisa diz que Quem Acorda Cedo É mais Feliz e Mais Magro

16 de setembro de 2011

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LONDRES – Pessoas que acordam cedo são mais magras, mais felizes e mais saudáveis do que quem fica na cama até tarde, segundo pesquisa da Universidade de Roehampton.

Em um questionário on-line os pesquisadores perguntaram a 1.068 adultos sobre seus níveis de felicidade e ansiedade, saúde física e hábitos de alimentação e sono. Em geral, as pessoas “matutinas” levantavam da cama por volta das 6h58m e as “vespertinas” por volta das 8h54m. Nos fins de semana os dois grupos ficavam uma hora a mais na cama, levantando às 7h47m e às 10h09m, respectivamente.

- Pessoas que acordam cedo tendem a ser mais saudáveis, felizes e a ter índices de massa corporal menor – disse Joerg Huber, da Universidade de Roehampton, em uma conferência da British Psychological Society. – Talvez pessoas matutinas sejam mais adequadas ao mundo industrial que vivemos hoje que as vespertinas – explicou.

A pesquisa também descobriu que pessoas que assistem muito à TV tendem a “pular” o café da manhã, provavelmente por beliscarem mais enquanto passam a noite no sofá e estão menos famintos de manhã, acredita o pesquisador.

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Pesquisa diz que Linhaça reduz em 40% o risco de morte por Câncer de Mama

16 de setembro de 2011

RIO – Pesquisadores alemães descobriram que os antioxidantes encontrados na linhaça matam células cancerosas e previnem tumores secundários ao interromper o crescimento de novos vasos sanguíneos. Uma vez no organismo, esses fitoestrogênios se ligam ao hormônio sexual feminino estrogênio, conhecido por proteger contra o câncer.

A pesquisa, publicada no “Journal of Clinical Oncology” analisou, por um período de três anos, amostras de sangue de mais de mil mulheres diagnosticadas com câncer de mama na pré-menopausa. Foram analisados níveis de enterolactona, que é o que os fitoestrogênios se tornam quando entram no intestino.

Resultados mostram que mulheres com níveis altos de enterolactona tiveram a mortalidade reduzida em dois quintos quando comparadas a mulheres com níveis mais baixos da substância.

A pesquisa dá ainda uma pista da razão pela qual as asiáticas são menos afetadas pelo câncer de mama: sua dieta rica em soja tem grande quantidade de outro tipo de fitoestrogênio, as isoflavonas.

O Globo

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Tiradentes recebe Festival de Cultura e Gastronomia

13 de setembro de 2011

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A cidade de Tiradentes, em Minas Gerais, recebe, entre 19 e 28 deste mês, a 14ª edição do Festival de Cultura e Gastronomia.

O evento, com expectativa de receber 35 mil pessoas, terá atividades gratuitas, como cursos, workshops, degustações, exposições, espetáculos de teatro e shows.

O clima colonial da cidade vai ganhar novos sotaques: chefs de diferentes lugares marcam presença no Festins, festival no qual eles preparam pratos às sextas e sábados. Há desde italianos, como os irmãos Enrico e Roberto Cerea, do restaurante Da Vittorio (na região de Bergamo, norte do país), a espanhóis, como Paco Roncero, do Terraza del Casino e do Estado Puro (Madri).

A programação completa e a lista de pousadas oficiais do evento estão no site www.culturaegastronomia.com.br.

Jornal Destak

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Pesquisa diz que Colesterol Alto Aumenta risco de Alzheimer

13 de setembro de 2011

RIO -Pessoas com nível de colesterol muito alto correm um maior risco de desenvolver demências na terceira idade, como o mal de Alzheimer. É o que diz estudo publicado hoje na revista “Neurology”, da Associação Americana de Neurologia. Segundo o doutor Kensuke Sasaki, da Universidade Kyushu de Fukuoka, no Japão, “altos níveis de colesterol estão significativamente relacionados com as placas senis que se formam em pacientes com doença de Alzheimer”.

Para o estudo, foram testados 2.587 pessoas com idade entre 40 e 79 anos que apresentavam sinais de doença de Alzheimer. E os autores examinaram 147 pacientes que faleceram depois de longo período de observação – de dez a 15 anos – com suspeita da doença, sendo que 50, 34%, haviam sido diagnosticadas com demência antes do falecimento.

Na autópsia, os autores investigaram indícios de placas senis, acúmulos de proteínas amiloides e outras entre as células nervosas, um claro marcador da doença. De acordo o estudo, as pessoas com um colesterol total acima de 224 miligramas por decilitros, registraram significativamente mais placas senis do que o grupo com baixo nível de colesterol. Um total de 86% dos pacientes com altas taxas de colesterol tinham estas placas senis, em comparação com apenas 62% dos pacientes com níveis baixos.

Segundo Sasaki, a resistência à insulina, alteração que pode levar ao diabetes, pode ser um outro fator de risco para as placas senis relacionadas com o Alzheimer.

- Nosso estudo mostra claramente que o alto nível de colesterol pode contribuir direta o indiretamente para a formação de placas senis no cérebro- diz.

Porém o uso de fármacos que reduzem o colesterol em pacientes com Alzheimer mostra que não há uma conexão simples entre baixar o colesterol e prevenção da doença, afirmam os autores.

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Globo.com

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Hungria Adota Impostos Mais Altos para Alimentos Menos Saudáveis

4 de setembro de 2011

Essa moda deveria ser adotada aqui também!!

O governo do país do Leste Europeu criou um imposto sobre alimentos com alto índice de sal gordura e açúcar.

Autoridades esperam arrecadar a cada ano cerca de 100 milhões de dólares com o imposto. O dinheiro será usado para financiar a saúde pública, que vive um grande déficit. A Hungria tem 18,8% da população considerados obesos (mais de 3 pontos percentuais acima da média nos EUA). O número de casos de doenças ligadas à obesidade cresce assustadoramente.

O premier húngaro, Viktor Orbán, disse que “aqueles que levam uma vida menos saudável vão contribuir mais”, segundo a “Spiegel”.

A culinária da Hungria dá grande destaque à carne de porco.

Outros países europeus estudam adotar medida tributária semelhante.

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O Globo

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Pesquisa diz que Beber Cerveja Moderadamente Faz Bem E Combate a Diabetes

1 de setembro de 2011

Será mesmo?? Bem, é isso que está dizendo um estudo feito na Espanha, mas ainda assim sugiro cuidados e moderação!

Veja a reportagem…

A cerveja foi elevada ao status do vinho no que diz respeito aos benefícios à saúde. Um novo estudo espanhol comprovou que tomar uma caneca da bebida por dia combate diabetes, evita ganho de peso e previne contra hipertensão. Além de ter graduação alcoólica baixa, a cerveja contém ainda ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio – nutrientes que protegem o sistema cardiovascular.

“Nesse estudo, nós conseguimos banir alguns mitos. Sabemos que a cerveja não é a culpada pela obesidade, já que ela tem cerca de 200 calorias por caneca – o mesmo que um café com leite integral”, destaca a médica Rosa Lamuela, uma das responsáveis pela pesquisa feita em parceria entre a Universidade de Barcelona, o Hospital Clínico de Barcelona e o Instituto Carlos III de Madri.

Os especialistas afirmam também que a cerveja não é a responsável pelo aumento da gordura abdominal. A culpa, na verdade, seria dos aperitivos gordurosos, como salgadinhos e frituras, que grande parte das pessoas consome junto à bebida.

O estudo, realizado com 1.249 homens e mulheres acima de 57 anos, indica que mulheres podem tomar dois copos pequenos de cerveja por dia, enquanto para os homens estão liberados até três copos. Contudo, o hábito deve estar associado a uma dieta saudável e a exercícios físicos regulares.

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Veja.com

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A Alta Temperatura Modifica os Óleos e Azeites para Pior

14 de agosto de 2011

Aquele fio de azeite extravirgem que faz toda a diferença na salada pode perder as propriedades antioxidantes em minutos, sabia? Já o óleo de soja, deixado de lado desde que os azeites passaram a ter status gourmet, tem baixo percentual de gordura saturada (a ruim), é rico em ômega 3 e uma das melhores opções quando se faz fritura.

Tudo depende da temperatura de cada um: os óleos vegetais têm pontos de fumaça (ou fusão) diferentes e, se aquecidos além disso, perdem as propriedades benéficas à saúde, como a prevenção de doenças cardiovasculares.

Para quem cozinha e não tem termostato na frigideira, o óleo, a manteiga ou margarina acima do seu ponto de fumaça mudam de cor ou espumam. Se mesmo assim não der para perceber a diferença, a dica dos nutricionistas é usar o azeite ou óleo de qualquer tipo só em refogados rápidos ou misturados com água, para garantir o sabor e os efeitos saudáveis.

- Eu fiz uma base de refogados que mistura uma colher de chá de óleo ou azeite com uma colher de sopa de água. A água quente ajuda a cozinhar o alimento, enquanto o óleo dá sabor sem encher de gordura – ensina a nutricionista Bia Rique, do Núcleo de Saúde e Beleza da Clínica Ivo Pitanguy, que explica que não há um óleo mais ou menos gorduroso que outro, já que todos são 100% gordura.

A diferença está na composição de cada um, com mais ou menos gorduras saturadas, monoinsaturadas e poli-insaturadas – o que costuma causar uma certa confusão na cabeça dos consumidores.

As gorduras saturadas são as piores para o organismo. Sólidas em temperatura ambiente (sabe banha de porco?), têm o número máximo possível de átomos de hidrogênio (daí o $).

As monoinsaturadas são boas, previnem a formação das placas de ateroma que se formam na parede dos vasos, podendo obstruí-las. E as poli-insaturadas são os celebrados ácidos graxos ômega 3 e 6.

Derivado de canola é a melhor opção

No ranking da Pos Pilot Plant Corporation, uma organização de pesquisas canadense, o óleo de canola é apontado como o melhor de todos, com 7% de gordura saturada, 61% de monoinsaturada e 32% de poli-insaturada (sendo 11% de ácido alfalinoleico, ômega 3 e 21% de ácido linoleico, ômega 6).

O pior é o de coco, com 91% de gordura saturada, 7% de monoinsaturada e 2% de ômega 6.

- A gordura não é vilã, é uma fonte de energia fundamental, mas depende do tipo e do uso – diz a nutricionista Jacqueline Farret, do Hospital Procardíaco, que ressalta o alto percentual de gordura ruim das margarinas.

- O óleo vegetal em temperatura ambiente é líquido. Para ficar cremoso a indústria faz a hidrogenação e muda suas características, transformando-o em margarina, por exemplo. Com essa mudança de composição química o percentual de gordura saturada e trans aumenta e, como o ponto de fusão é baixo, ela oxida e espuma no calor – explica.

A recomendação da American Heart Association é que o consumo de gorduras seja de até 30% das calorias diárias. Mas em um artigo publicado pelas nutricionistas Bia Rique, Eliane Soares e Claudia Meirelles na Revista Brasileira de Medicina do Esporte, em 2000, observa-se que os povos mediterrâneos ingerem quase 40% de gorduras – a maior parte em azeites – e apresentam menor prevalência de doenças cardiovasculares que holandeses e americanos, que têm consumo similar de gordura, mas a partir de fontes animais.

O azeite é a melhor opção na opinião do endocrinologista Tércio Rocha. E o extravirgem, que só passou por um processo de extração, ajuda no funcionamento do intestino e retarda o envelhecimento cutâneo, entre outros benefícios.

- O azeite é ótimo para pacientes de diabetes tipo 2, por exemplo, porque diminui o índice glicêmico dos alimentos. Se você comer um pão com azeite, como a gordura não tem absorção imediata como os carboidratos, o óleo vai funcionar como uma barreira física e o pão será absorvido pelo organismo aos poucos – explica.

Quanto ao nível de acidez e toda a onda gourmet em torno dos azeites, Bia Rique simplifica: se estiver escrito no rótulo “extravirgem” ou “prensado a frio” já está bom.

- Até porque o óleo mais caro pode ser mais gostoso mas não nutricionalmente melhor – acredita.

O Globo

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Forte Alta das Cirurgias Bariátricas (redução de estômago) no País

10 de agosto de 2011

A realização de cirurgias bariátricas (procedimento de redução de estômago) tem registrado forte alta no Brasil, com aumento de 275% nos últimos sete anos. O número de procedimentos no país pulou de 16 mil em 2003 para 60 mil em 2010, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM).

A cirurgia é indicada para pacientes com índice de massa corporal (IMC) acima de 35 ou 40, quando há presença de outras doenças associadas à obesidade. O procedimento extirpa uma parte do estômago ou do intestino e pode incluir outras intervenções no aparelho digestivo.

“O número de obesos aumentou, a informação sobre a cirurgia aumentou, e tivemos um grande avanço, que foram as operações por laparoscopia. Elas tornaram o processo mais confortável, com menos dor. Tudo isso atrai mais procura”, explicou o presidente da SBCBM, Ricardo Cohen.

No ranking mundial, o Brasil está atrás apenas dos EUA, que realizou cerca de 300 mil cirurgias do tipo em 2010.

Jornal Destak

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Álcool Vicia Um em cada 3 Consumidores

8 de agosto de 2011

Uma em cada três pessoas que consomem álcool se torna dependente.

A conclusão é de um estudo realizado no Brasil pela primeira vez no Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP).

“O diagnóstico de abuso é uma ótima oportunidade de reduzir o número de dependentes. As medidas para reverter o problema são mais fáceis [do que na dependência] e as taxas de sucesso, maiores”, afirmou a autora do estudo, a psiquiatra Camila Magalhães Silveira, à reportagem da Folha de São Paulo.

Ela explicou que no país não é fácil perceber os limites entre o uso regular e o abusivo. Isso porque as pessoas fazem o que é mundialmente conhecido como “fiesta drinking”.

Segundo a pesquisadora, a cultura por aqui é a de beber em quantidade excessiva no fim de semana para “ficar embriagado”.

Além de facilitar a prevenção, a identificação do abuso eleva as chances de mudança no padrão de consumo.

A pesquisa foi feita com 5.037 pessoas na região metropolitana de São Paulo e publicada na Alcohol and Alcoholism, revista oficial do Conselho Médico em Álcool do Reino Unido.

Menores e álcool

Relatório sobre o abuso de substâncias químicas elaborado por uma agência governamental dos Estados Unidos revelou que mais da metade dos americanos com mais de 12 anos consomem bebidas alcoólicas.

A pesquisa feita entre 2008 e 2009 mostrou ainda que o número de americanos que fizeram uso de maconha aumentou no período: 6,4% dos entrevistados com mais de 12 anos disseram ter consumido a droga, ante 6% em 2007 e 2008. No grupo de 12 a 17 anos, o uso de maconha caiu, mas 7% dos adolescentes americanos ainda consumiam cannabis.

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Jornal Destak

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